26 de julho – Dia dos Avós

Inicio esse texto, com uma frase de um sábio autor desconhecido, que diz:  “O paciente não é só o paciente. Ele é o amor de alguém“.

Dentro desse contexto, aproveito esse dia 26 de julho, “Dia dos Avós”, para falar um pouco sobre a importância de cuidar dos nossos idosos, e cuidarmos com amor, oferecendo dignidade, respeito e, acima de tudo, retribuir toda dedicação e doação de uma vida inteira.

E foi baseado na palavra Amor que surgiu o Llar D’Avis, para desmistificar um passado sombrio, transformando Amor em forma de residência geriátrica.

arte

 

Dada a complexidade e o ser multidimensional que o idoso é, o llar D’Avis entende que um só profissional é incapaz de abarcar, e por isso montamos a nossa equipe interdisciplinar gerontológica composta de geriatras, fonoaudióloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, enfermeira e nutricionista.  Aqui cada idoso é visto em sua individualidade, respeitando sua história e valorizando toda experiência vivida. Não existem restrições ou horários de visita, os ambientes são personalizados de acordo com à vontade do idoso e de sua família.

Dessa forma, familiares têm a segurança que o Llar é a verdadeira extensão de sua casa, visitando-os diariamente e desfrutando do seu convívio, fortalecendo laços afetivos e tendo a certeza que o amor é o principal pilar do cuidado.

Oferecemos as modalidades day-use, curta e longa permanência.

Paulo Coelho escreveu um texto chamado “A história do lápis” que retrata a visão dos avós sobre os netos em alguns momentos da vida. Vamos refletir? Segue:

“O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
– Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

– Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

– Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

– Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas lhe farão ser uma pessoa melhor.

Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.”

Para finalizar, gostaria de deixar uma pergunta para que norteasse nosso dia-a-dia: O que fizemos pelo outro hoje?

A Supere Psicologia está sempre do seu lado!

Nara Moura

Fonoaudióloga. Atuação na Enfermaria de Cuidados Paliativos – IMIP e no Llar D’Avis – Residência Geriátrica

Especialista em Fonoaudiologia Hospitalar, Motricidade Orofacial e Gerontologia com ênfase em Cuidados Paliativos.

Mestre em Educação para profissionais de saúde

nara_moura@hotmail.com

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